quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Confirmada ligação entre vacina e mais narcolepsia infantil

Investigadores finlandeses anunciaram hoje que confirmaram uma ligação entre a vacina Pandemrix contra o vírus da gripe A (H1N1) e o aumento do número de casos de narcolepsia em crianças e adolescentes.

Segundo noticia hoje a Agência France Press, "os grupos de trabalhos nacionais sobre a narcolepsia [uma deficiência que se caracteriza pela dificuldade da pessoa se manter acordada] confirmaram (...) que a vacina Pandemrix, distribuída no inverno de 2009-2010, contribuiu para o aumento de casos de narcolepsia na população entre os quatro e os 19 anos", anunciou em comunicado o Instituto da Saúde e Bem-Estar finlandês.

Nesta faixa etária, os doentes a quem foi injectado a Pandemrix registaram 12,7 vezes mais casos de narcolepsia do que os que não receberam a vacina, sublinha o estudo, que revela contudo que os que desenvolveram a doença tinham uma predisposição genética para a mesma.

Os investigadores apuraram ainda que esta vacina não provocou a narcolepsia em crianças com menos de quatro anos nem em jovens com mais de 19.

Em Julho, a autoridade que regula o sector do medicamento em Portugal anunciou que a Agência Europeia do Medicamento concluiu que há uma associação entre a toma da vacina contra a gripe A e os casos de narcolepsia em crianças e adolescentes.

O Comité de Medicamentos de Uso Humano da Agência Europeia recomendou que se evite administrar a vacina Pandemrix, usada em Portugal, a pessoas com menos de 20 anos.

Esta vacina só deve ser dada a menores de 20 anos caso não esteja disponível a vacina da gripe sazonal e se a imunização contra o vírus da gripe A ainda for necessária, como no caso de pessoas com risco de complicações no decurso da infecção.

Contudo, a agência europeia mantém que a relação benefício-risco para a vacina mesmo em pessoas com menos de 20 anos continua positiva.

fonte: DN

domingo, 21 de agosto de 2011

Estado regista o primeiro caso de gripe suína do ano

A Secretaria de Estado de Saúde confirmou o diagnóstico do primeiro caso de gripe A - H1N1 deste ano em Mato Grosso do Sul. O caso surgiu em Ponta Porã numa mulher de 64 anos que não se vacinou contra a gripe, apesar de pertencer a grupo populacional com prioridade pela Saúde.

A campanha de vacinação foi encerrada em junho. As metas foram alcançadas, excepto para o grupo de gestantes que ficou em 53% de cobertura. A vacinação foi estendida enquanto havia vacina, com prioridade, então, outros grupos de população com risco - como os diabéticos, os renais crónicos e, inclusive, internos dos presídios do Estado.

Orientações

Com as condições climáticas favoráveis para o surgimento de infecções respiratórias, como a gripe A, a SES orienta a população e, principalmente, os chamados grupos de risco (gestantes, crianças de 6 meses a 2 anos de idade, idosos, indígenas e profissionais de saúde) a manter medidas de prevenção, como lavar as mãos com água e sabão com frequência e não compartilhar talheres e objectos de uso pessoal.

Também é importante manter os ambientes limpos e ventilados, sobretudo locais húmidos e frios, que favorecem a multiplicação do vírus. A higienização das mãos com álcool/gel é indicada na prevenção em locais públicos e com grande circulação de pessoas.

De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde, aos primeiros sinais de febre (com temperatura maior que 38°), tosse e dor de garganta, o paciente deve procurar imediatamente um posto de saúde, para que sejam feitos os exames iniciais. Durante o atendimento, o médico fará a avaliação e recolha de material, que será encaminhado para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen).

Em caso de confirmação, o tratamento através de antivirais, como o Oseltamivir deve ser iniciado até 48 horas do início dos sintomas. Após este período, perde a eficácia.


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Cientistas dos EUA descobrem novo anticorpo da gripe

A possibilidade de uma única vacina contra a gripe está cada vez mais próxima. Cientistas dos Estados Unidos descobriram um anticorpo que age contra 30 das 36 estirpes da gripe, o último avanço na busca de um tratamento universal e de uma vacina contra a doença, segundo estudo publicado nesta segunda-feira. O novo anticorpo amplamente neutralizante, denominado CH65, consegue aderir na superfície do vírus da gripe, denominada hemaglutinina, a qual sofre mutação a cada temporada, forçando os especialistas a projectar regularmente uma nova vacina.

O anticorpo CH65 foi encontrado nas células de um voluntário, que tomou vacina contra a gripe desenvolvida para o ano de 2007, destacou o estudo, publicado nas Actas da Academia Nacional de Ciências. "O que isto nos diz é que o sistema imunológico humano pode ajustar sua resposta à gripe e de facto produzir, embora com uma frequência baixa, anticorpos que neutralizam toda uma série de estirpes", disse o autor principal do estudo, Stephen Harrison, do Hospital Infantil de Boston, Massachussetts.

"Nosso objetivo é entender como o sistema imunológico selecciona os anticorpos e utiliza essa informação para fazer melhorias que contribuam para a elaboração de uma vacina que favorecerá a amplitude sobre a especificidade", completou.

Na semana passada, investigadores britânicos e suíços anunciaram, na revista americana Science, a descoberta do primeiro anticorpo humano capaz de eliminar todos os vírus da gripe. Este anticorpo, denominado FI6, foi posto à prova nos subtipos de vírus da gripe A e sempre demonstrou eficácia contra a hemaglutinina, uma proteína frequentemente variável.

fonte: terra

sábado, 30 de julho de 2011

Vacinas Gripe A: 9,7 milhões de euros para o 'lixo'

Vacinas pandémicas começam a perder a validade em Agosto. Doses que não foram usadas vão ser destruídas.

As vacinas da gripe A que chegaram a Portugal para combater a pandemia de 2009 começam a perder a validade em Agosto. Dos dois milhões de doses pagos pelo Ministério da Saúde à farmacêutica GlaxoSmithKline (GSK), apenas 700 mil foram usadas. Para as restantes, a única solução passa pela destruição. São cerca de 9,7 milhões de euros deitados ao "lixo" por 1,3 milhões de vacinas que continuam em stock.

fonte: DN

sábado, 23 de julho de 2011

Europa restringe vacina contra H1N1

Europa restringe uso de vacina contra gripe H1N1 em jovens

A Agência Europeia de Medicamentos recomendou a restrição do uso da vacina contra a gripe H1N1 do laboratório GSK (GlaxoSmithKline) em crianças e adolescentes por causa do risco de narcolepsia (sono súbito e incontrolável durante o dia).

A agência afirmou ontem que a vacina Pandemrix deve ser usada em pessoas com menos de 20 anos apenas na ausência da vacina trivalente sazonal contra a gripe, devido a sua ligação com casos, ainda que raros, de narcolepsia em jovens.

Em geral, a relação risco-benefício da vacina continua sendo positiva, de acordo com a agência.

Mais de 31 milhões de doses da Pandemrix foram aplicados em pessoas em 47 países. A GSK disse ter sido notificada de 335 casos de narcolepsia, sendo que dois terços deles ocorreram na Finlândia e na Suécia.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina adquirida em 2010 para imunização contra a H1N1 no Brasil não é a Pandemrix e não houve nenhum caso de narcolepsia no país.

No ano passado, o ministério comprou as vacinas de três fornecedores diferentes (GSK, Butantan e Fundo Rotatório da Opas). Em 2011, o fornecedor da vacina foi o Instituto Butantan.

A Pandemrix foi usada amplamente no mundo em 2009 e 2010 durante a pandemia da gripe H1N1, conhecida como suína.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou que a pandemia chegou ao fim em agosto do passado.

A infectologista pediátrica da Universidade Federal de São Paulo Lily Weckx afirma que a narcolepsia é um efeito colateral muito raro e que a reação é imediata, ou seja, não há possibilidade de a pessoa ter tomado a vacina em 2010 e apresentar o problema agora.

Na campanha nacional de vacinação contra a H1N1, foram incluídas crianças de seis meses a cinco anos de idade e adultos de 20 a 29 anos entre os públicos-alvos. Hoje, a vacina é oferecida junto com a das gripes sazonais.

fonte: Linha Aberta

Campos de concentração FEMA

Dr John Carlo Director Médico no Dallas County DCHHS (Dallas County Human Health and Services)

Indústrias farmacêuticas preparam-se para explorar novo surto da gripe suína


As indústrias farmacêuticas estão a lamber os beiços com a possibilidade de faturar com uma possível segunda fase da epidemia de gripe suína, apesar do facto de que o primeiro surto do vírus em 2009, ter sido comprovado ser uma farsa inventada por empresas farmacêuticas em conjunto com a Organização Mundial de Saúde.

Especialistas britânicos em gripe H1N1, estão advertindo para um novo surto da gripe, pois mais de 9 milhões de crianças estarão a retomar as aulas depois das férias de Natal. Até o momento já ocorreram 36 mortes na Grã-Bretanha desde outubro.

No entanto, após ampla divulgação dos perigos da vacina, aumentaram o número de pessoas nas Ilhas Britânicas que tem se recusado a tomar o antibiótico, preparem-se, pois, os estabelecimentos irão explorar esta situação com temores de uma pandemia tentando coagir a população.

A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa descobriu que o surto de H1N1 em 2009 foi extremamente exagerada pelas gigantes farmacêuticas usando isso como um artifício para gerar grandes lucros com a venda das perigosas e desnecessárias vacinas.

O Presidente do Conselho da Sub-comissão Européia de Saúde, Dr. Wolfgang Wodarg disse que os governos foram "ameaçados" por grupos de dentro das indústrias farmacêuticas com interesses especiais, bem como da OMS em comprar as vacinas e injetar na população sem qualquer razão científica razoável para fazê-lo.

Wodarg disse que ficou assustado quando a OMS citou os primeiros casos precocemente no México como uma ameaça e criou-se rapidamente ao status de pandemia, apesar do facto de que os casos foram relativamente leves e que o vírus não era nenhuma novidade.

Esta foi a gripe mais leve já vista, e as pessoas são inteligentes o sulficiente para descobrirem que o governo juntamente com a OMS estavam a tramar – “Por que eles criaram este alarme pandémico?”, perguntou Wodarg, observando que os intereses farmacêuticos dentro da OMS eram de criar pânico e colher dividendos financeiros.

Qualquer nova tentativa por parte das autoridades de saúde em apressar declarar uma emergência de surto pandêmico deve ser tratada com a máxima desconfiança dado o facto de que essas mesmas entidades foram apanhados a mentir em conspirações em 2009, fabricando uma bomba do medo em torno da gripe suína, a fim de resgatarem biliões de dólares.

fonte: InfoWars.com

Vacina da Gripe A aumenta risco de narcolepsia

A Agência Europeia do Medicamento concluiu que há uma associação entre a toma da vacina contra a gripe A e os casos de narcolepsia em crianças e adolescentes, segundo um alerta divulgado em Portugal pela autoridade do medicamento.

A narcolepsia é um estado patológico que desencadeia acessos irresistíveis de sono a qualquer momento do dia. Em Fevereiro, as autoridades europeias tinham concluído que não havia dados suficientes para relacionar os casos de narcolepsia notificados em crianças e adolescentes com a vacina contra a gripe A.

Agora, o Comité de Medicamentos de Uso Humano da Agência Europeia recomendou que se evite administrar a vacina Pandemrix, usada em Portugal, a pessoas com menos de 20 anos.

Esta vacina só deve ser dada a menores de 20 anos caso não esteja disponível a vacina da gripe sazonal e se a imunização contra o vírus da gripe A ainda for necessária, como no caso de pessoas com risco de complicações no decurso da infecção.

Contudo, a agência europeia mantém que a relação benefício-risco para a vacina mesmo em pessoas com menos de 20 anos continua positiva.

Os estudos epidemiológicos realizados na Finlândia e Suécia apontaram para uma ligação entre a vacinação com Pandemrix e a ocorrência de narcolepsia. Os resultados indicaram um risco seis a 13 vezes superior em crianças/adolescentes vacinados.

Isto corresponderá, segundo a Agência Europeia, a um acréscimo de três a sete casos em cada 100 mil pessoas vacinadas.

O aumento do risco não foi no entanto verificado em adultos maiores de 20 anos.

A autoridade avisa que não foram ainda concluídos estudos epidemiológicos noutros países, além da Suécia e Finlândia.

A empresa que comercializa a vacina, a GlaxoSmithKline, está a realizar um estudo no Canadá, onde uma vacina equivalente contra a infecção pelo vírus da gripe A foi amplamente utilizada. A empresa ficou responsável pela realização de estudos clínicos e não clínicos, de forma a continuar a investigar a associação entre a vacina Pandemrix e narcolepsia.

A autoridade portuguesa do medicamento (Infarmed) refere que as pessoas vacinadas com Pandemrix que não tenham sintomas da narcolepsia não precisam de precauções especiais.

Em Portugal foi registado pelo menos um caso de narcolepsia em crianças e adolescentes que foram vacinados contra a gripe A (H1N1), mas não foi determinada causalidade.